50 mil livros GRÁTIS para veres no Tablet ou leres online

Os livros existem na sua maioria em Inglês mas também há livros em Português.

Sourced through Scoop.it from: www.hackersportugal.com

Mais um conjunto muito interessante de ebooks grátis para ler no tablet… é o eterno dilema: so may books… so little time…

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FLIF – Free Lossless Image Format

Official website for the FLIF image format

Sourced through Scoop.it from: flif.info

O FLIF é um novo formato de compressão de imagens bitmap sem perdas que evidencia melhor desempenho em termos de rácio de compressão (mais elevado) do que os formatos PNG, WebP (modo sem perdas), BPG (modo sem perdas) e JPEG2000 (modo sem perdas).

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Known: create a single website for all your content

Publish blog posts, photos and media to your own site, and syndicate it to your social networks. Keep everything on your own site.

Sourced through Scoop.it from: withknown.com

Esta ferramenta multimédia permite publicar conteúdos mediáticos no site pessoal (posts em blogs, fotografias, videos, podcasts) e automaticamente criar posts para as redes sociais em que o utilizador estiver inscrito e pretender divulgar os seus conteúdos.

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‘8 reasons I accepted your article’

8 reasons I rejected your article

Sourced through Scoop.it from: www.elsevier.com

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How to find the perfect app: The Great App Checklist

We offer this checklist to help educators zero in on the app they need and to judge how well it performs key functions. This rubric can help developers understand how educators choose apps, what information would help someone in this audience, which details to mention in the app store summary, and what is the essential functionality.

Sourced through Scoop.it from: blogs.sas.com

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How to find the perfect app: The Great App Checklist

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44 Diverse Tools To Publish Student Work

44 Diverse Tools To Publish Student Work

Source: www.teachthought.com

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Do I Need a Digital Teaching Portfolio?

A well-planned, current digital teaching portfolio can be an asset whether you’re seeking a job, being evaluated within your school, or simply demonstrating your professionalism.

Source: www.edutopia.org

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2014 in review

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2014 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A San Francisco cable car holds 60 people. This blog was viewed about 660 times in 2014. If it were a cable car, it would take about 11 trips to carry that many people.

Click here to see the complete report.

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eReaders Can Disrupt Your Sleep, and Other Nonsense ⋆ The Digital Reader

eReaders Can Disrupt Your Sleep, and Other Nonsense DeBunking, hardware news, Sleep Yesterday’s news about the new study on sleep disruption is generating a lot of buzz. In addition to the publications like the Washington Post that missed

Source: the-digital-reader.com

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9 apps for creating multimedia content • Inspired Magazine

Until a few years ago designing an attractive presentation, or any other form of multimedia content, required expert designers. You first had to explain yo

Source: inspiredm.com

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Infographic-Why-Do-We-Like-Music.jpg (800×2193 pixels)

Source: img2.infographicscreator.com

Porque gostamos tanto de ouvir música? Infografia muito interessante…

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Review: Ready Player One

Ready Player One
Ready Player One by Ernest Cline
My rating: 5 of 5 stars

Começo este pequeno comentário afirmando que há muito tempo que não encontrava um livro que me esse tanto prazer ler, ou cuja leitura me entusiasmasse tanto, como este “Ready Player One” de Ernest Cline. É um livro soberbo que entra diretamente na meu top 5 exclusivo dos livros que normalmente classificamos como os livros da nossa vida. É de facto um daqueles livros que marcam quem o lê e que suscitam emoções fortes, para lá de meras reflexões, porque nos leva, de algum modo, a identificar-nos com personagens, eventos e situações. Penso até que este livro poderia muito bem marcar uma geração ou constituir-se como uma referência visonária tão vincada como o foram, no seu tempo e para respetiva década do séc. XX, obras inovadoras como “Stranger in a Strange Land” de Robert A. Heinlein, “Fahrenheit 451” de Ray Bradbury, “1984” de George Orwell, “2001: Odisseia no Espaço” de Arthur C. Clarke, “Blade Runner” de Philip K. Dick, “Snow Crash” de Neal Stephenson e “Neuromancer” de William Gibson. É uma pena que este livro não tenha ainda sido traduzido para a Língua Portuguesa e publicado em Portugal!

Foi exatamente isto que sucedeu comigo enquanto lia este livro. Devo dizer, antes de mais, que eu fui um adolescente geek típico dos anos 80, aquela década dourada dos tenros anos de iniciação à programação em Basic, e em que surgiram os primeiros jogos de computador no ZX Spectrum da Sinclair ou no Commodore 64. Naquela época, era capaz de passar dias inteiros mergulhado num jogo como o Manic Miner, Chuckie Egg, Jet Set Willy, Flag, Rally-X ou The Hobbit, enquanto ao lado um vinil rodava lentamente sob uma agulha, disparando pela colunas os acordes de faixas dos Pink Floyd, Human League, Marillion, Duran Duran, The Cure, Supertramp ouo AC/DC (For those about to rock…). Ora a leitura deste livro fez-me evocar essa época, apelando ao espírito geek que ainda subsiste, na medida em que o livro está recheado de referências à cultura pop dos anos 80, incluindo lvros, bandas desenhadas, música, cinema de animação e, com uma ênfase, claro está, nos jogos eletrónicos de computador e das máquinas “arcade” – PLAYER ONE|INSERT COIN!

No entanto, o livro não se resume a despertar estas memórias retro, uma vez que está escrito de tal modo que nos faz mergulhar de cabeça numa bistória que é ao mesmo tempo um jogo de aventura (que decorre dentro de uma plataforma global de realidade virtual – OASIS). A história está estruturada e desenvolvida de tal modo que, por vezes, temos a nítida sensação que estamos nós próprios, à medida que lemos, a jogar esse mesmo jogo numa perspetiva de role playing (RPG). Desse ponto de vista, o livro é uma experiência imersiva, ao mesmo tempo que centra a sua história na experiência imersiva vivda pelo protagonista dentro de uma realidade alternativa gerada pelo OASIS.

A história inicia-se num futuro distópico típico, no ano 2045, em que os seres humanos vivem num contexto social e económico muito adverso. No entanto, para o personagem principal – Wade, nada disto importa, já que ele passa a maior parte do seu tempo imerso num mundo virtual online e global designado por OASIS, incarnando no seu Avatar Parzival. Este mundo virtual foi criado por J. Halliday, um programador de jogos multimilionário que na sua morte deixa um testamento original: toda a sua fortuna será legada ao jogador (gunter de egg-hunter) cujo Avatar seja capaz de encontrar um “easter egg” que Halliday escondeu num dos mundos que constituem o OASIS. Partindo de um enigma inicial, a narrativa desenvolve-se em torno da busca empreendida por Parzival, sendo narrada por Wade sob a forma de uma aventura.

O livro tem tanto de histórico como de futurista, uma vez que a narrativa está igualmente recheada de alusões a tecnologias avançadas de realidade virtual imersiva, agentes de software típicos da inteligência artificial, interfaces baseadas em linguagem natural e dispositivos avançados de interação multimodal. O livro vai ao ponto de descrever brevemente estas tecnologias, mas sem se tornar excessivamente maçudo para os leitores que não sentem apelo por tais descrições. Para além disso, o narrador da história, e personagem principal, vai relatando os eventos à medida que os vai experienciando, recorrendo frequentemente a um tipo de humor inteligente que faz rir ao mesmo tempo que entretém.

Todavia, a narrativa aborda também temas típicos de YA, sendo igualmente uma história sobre amor, amizade, autoconfiança e o valor do trabalho de equipa, explorados no contexto das amizades virtuais de Parzival: Aech e Art3mis.

Por todos estes motivos, penso que este livro é obrigatório para todos aqueles que gostam de Ficção Científica futurista e que, tal como eu, se assumem como geeks, e recomendo-o sem quaisquer reservas. Para leitores com outros gostos ou perfis de leitura penso que, mesmo assim, irão apreciar a originalidade deste modo de contar uma história, das visões de tecnologias futuristas, da história narrada sob a forma de uma aventura virtual e das características YA.

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Review: Ancillary Justice

Ancillary Justice
Ancillary Justice by Ann Leckie
My rating: 3 of 5 stars

Abordei a leitura deste primeiro livro de Ann Leckie porque acabou de vencer este mês de Agosto mais um prémio literário do género de Ficção Científica, desta vez o prémio Hugo de 2014 para “Best Novel” depois de já ter conquistado, entre outras distinções, o prémio Nébula para “Best Novel” de 2013. Confesso que me deixou muito curioso o facto de o primeiro livro de uma nova autora conquistar tantos prémios diferentes (no total, 9 prémios para melhor romance de Ficção Científica), pelo que não hesitei em investir nesta obra.

Inicialmente, a história desperta algum interesse, mas é, desde logo, um pouco confusa, sobretudo devido a 2 aspetos: o narrador, e protagonista principal, é uma inteligência artificial (de uma nave) distribuída por 20 corpos físicos “auxiliares” (ancillaries) diferentes, e esta entidade, por dificuldades linguísticas, não faz muito bem a distinção entre os géneros masculino e feminino, pelo que trata todos os outros personagens que encontra como se fossem do género feminino (she, her), apesar de muitas destas serem efetivamente do género masculino. Ora, estes pormenores, combinados, dificultam um pouco a leitura dos capitulos iniciais, já que me obrigaram amiúde a repetir a leitura de parágrafos e mesmo de páginas inteiras para compreender a perspetiva que estava a ser narrada. Esta estranheza apenas se dilui ao fim de 1/4 do livro (pelo capítulo 10).

Para além disso, até ao capítulo12 há, necessariamente, a construção do mundo, com descrições sobre a cultura dominante (Radch), a raça conquistadora (Radchaai) e o último planeta a ser anexado ao respetivo império galático (planeta Shis’urna), existindo igualmente muitos diálogos com reflexões profundas sobre as implicações éticas e morais relacionadas com a forma como as raças conquistadas são dominadas e escravizadas pelos Radchaai. Nesta primeira parte do livro há menos ação e mais introspeção por parte dos personagens. Isto exige uma leitura mais demorada e atenta para a correta compreensão dos conceitos que são desenvolvidos. Uma característica peculiar desta autora é o facto de quebrar as falas do protagonista quando se encontra a meio de um diálogo, inserindo uma auto-reflexão sobre o que acabou de dizer, prosseguindo depois com a restante fala. Esta estratégia também obriga a uma atenção redobrada por parte do leitor.

A estrutura temporal escolhida pela autora desdobra os eventos descritos em duas narrativas paralelas até ao capítulo 12, em capítulos alternados, sendo que os capítulos ímpares se situam no passado recente e são narrados pela inteligência artificial da nave “Justice of Toren”, ao passo que os capítulos pares são narrados da perspetiva de Breq, um soldado humanóide “auxiliar” (ancillary) no qual esta inteligência artificial se vê descarregada, ficando reduzida ao respetivo conhecimento parcial e totalmente desligada da rede original por motivos que a narrativa irá desvendar.

Decorre destes aspetos que este livro possui uma estrutura complexa, com múltiplas dimensões para as perspetivas (passado versus presente / coletiva versus individual / nave-ou-máquina versus humana-ou-biológica) o que torna a leitura deste livro num desafio intelectual fora do comum. Tanto mais que a questão central do livro – o significado da personalidade individual num mundo de inteligências artificias e o significado da identidade individual num mundo onde existem inteligências artificiais distribuídas por vários corpos físicos – nunca é tratada com ligeireza pela autora, o que quer dizer que o livro não apresenta respostas simples para estes dilemas, requerendo que o leitor compreenda, digira e relacione as perspetivas que vão sendo esmiuçadas ao longo da narrativa.

A segunda metade do livro torna-se muito mais fluida e prende mais a atenção, na medida em que, apreendidos que estão os conceitos de base, a ação decorre com mais rapidez, e se torna mais evidente qual é a missão que o protagonista Breq tem que desempenhar e, sobretudo, qual é a sua motivação.

Apesar deste livro introduzir ideias bastante originais, através de uma escrita também ela pouco comum em livros de Ficção Científica, torna-se pesado em algumas partes e exige um esforço para prosseguir a leitura. Os aspetos mais interessantes para mim residiram no desenvolvimento de um personagem totalmente artificial que demonstra sentimentos, emoções, conseguindo relacionar-se com personagens humanos de uma forma que não permite distingui-la de uma máquina.

Em suma, trata-se de um livro para ler e refletir, exigindo algum esforço intelectual e fugindo das “Space Operas” mais convencionais. Recomendo para aficionados de SciFi.

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Review: Quando Éramos Mentirosos

Quando Éramos Mentirosos
Quando Éramos Mentirosos by E. Lockhart
My rating: 4 of 5 stars

Está aqui um livro YA extremamente original que nos relata a história de Cadence, uma adolescente nascida no seio de uma família rica, de seu nome Sinclair, que na qual se valorizam as aparências acima de tudo: não se fala de derrotas, não se fala de pessoas mortas, nunca se expõem emoções pessoais e valoriza-se a delicadeza e as boas-maneiras.

Cadence, que narra a história num tom sarcástico e depreciativo destas regras familiares, passa as férias de verão na ilha da família onde os avós construíram casas adicionais para cada uma das 3 filhas e respetivas famílias, as 2 tias e a mãe de Cadence. A protagonista junta-se aos 2 primos (Johnny e Mirren) e a um amigo de Johnny (Gat), por quem alimenta uma paixão adolescente, e os 4 (que são designados por Mentiroso pela família, muito embora não se ofereça explicação para esta designação) irão protagonizar um mistério que será desvendado no final do livro, com um desenlace inesperado.

Este livro tem várias características das quais gostei particularmente. Em primeiro lugar, está muito bem escrito – a narrativa é fluída, os capítulos são curtos e a prosa está de tal maneira estruturada que é muito fácil de ler e seguir história, fazendo igualmente com que seja difícil parar de ler. Para além disso, o livro não é muito extenso e pode ser lido de uma assentada, o que permite ter sempre presentes os pormenores que vão sendo introduzidos ao longo dos capítulos. Fiquei bem impressionado com a escrita da autoria, porque o livro explora bem o discurso típico de um adolescente, com ideias desordenadas, que vão sendo introduzidas com a rapidez, conduzindo a um conjunto de pistas fragmentadas que, em conjunto, explicam o desfecho desta história. Finalmente, quando o grande segredo é revelado, e se desvenda a verdade por trás do grande mistério que afeta Cadence, o leitor é apanhado desprevenido e a verdade revela-se muito mais chocante do que inicialmente se possa supor.

Gostei muito de ler este livro e penso que se trata de uma história bem concebida, recheada de surpresas e reflexões que nos fazem ora sorrir ora estranhar, com personagens que facilmente se desenvolvem na imaginação do leitor e com quem se cria facilmente uma ligação. a história permanece na memória muito após se ter virado a última página. Leitura leve e agradável para um dia estival. Recomendo.

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Review: O Ano do Dilúvio

O Ano do Dilúvio
O Ano do Dilúvio by Margaret Atwood
My rating: 2 of 5 stars

Que desilusão! Este livro é um autêntico manual sobre como contar uma história disparatada da forma mais enfadonha possível, dificultando ao máximo a compreensão do fio condutor da narrativa e recheando o texto com metáforas e imagens despropositadas que distraem, a cada passo, a atenção do leitor. A história não envolve, não cativa e não promove aquela sensação de querer voltar a página para saber i que vem a seguir. Isto não é, definitivamente, uma distopia, apesar de pretender sê-lo, e também não é ficção científica, é uma amálgama de ideias, cenários e personagens, entre as quais Toby, Ren, Pilar, Amanda, todos amontoados numa prosa que não faze sentido nem conduz a lado nenhum. Lamento, mas é verdade.

Apesar de tudo, li este livro até ao fim porque já aprendi que as melhores histórias são como o vinho do Porto, precisam de tempo para amadurecer e envelhecer antes de se tornarem deliciosas. O que concluí? Que sim, que é verdade o que se diz deste livro: “Nada voltará a ser o mesmo depois de ler este livro.” Em primeiro lugar, fiquei sem vontade nenhum de ler seja o que for que seja escrito por esta autora. Em segundo lugar, descobri finalmente o melhor exemplo de como não se deve escrever uma história. Finalmente, aprendi a valorizar mais os autores que conseguem construir um universo complexo e descrevê-lo com mestria, ao contrário da enorme confusão mental que este livro de Margaret Atwood suscita. Ora se fala disto e daquilo, de animais e de Deus, e dos cogumelos e das abelhas e das larvas que comem pus. Mas isto é o quê, afinal? A sério: nada voltará a ser o mesmo?

Afinal sempre consegui retirar três ensinamentos deste livro, só não consegui mesmo foi compreender, nem tão pouco perceber, de que é que este livro trata – sabem, aquilo que normalmente um leitor gosta de retirar de um livro, a moral da história. Pode não ser importante, pode bastar o prazer de ler frases bem construídas, uma obra literária de grande gabarito, mas eu gosto que o autor conduza as minhas ideias, prefiro que oriente os meus pensamentos, a minha imaginação para algum lado, numa determinada direção que me permita concordar ou discordar, e isso, confesso, não acontece em absoluto nesta obra.

Resumindo, não aconselho este livro e, na minha opinião, considero que a sua leitura causa tédio, aborrecimento, e é uma autêntica perda de tempo e desperdício de atenção e energia intelectual.

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Review: Influx

Influx
Influx by Daniel Suarez
My rating: 3 of 5 stars

A premissa deste livro de Daniel Suarez é que a espécie humana atingiu já um nível de desenvolvimento tecnológico muito superior ao que se assiste atualmente: smartphones, computadores, veículos elétricos e outras tecnologias consideradas corriqueiras no século XXI encontram-se, de facto, completamente obsoletas, existindo já tecnologias muito mais avançadas, mas que são consideradas disruptivas para o tecido da sociedade e da própria economia, tendo que ser introduzidas com muita ligeireza e espaçadamente para que a vida das pessoas não sofra alterações que a possam colocar em risco. Na verdade, neste livro Daniel Suarez mostra que o verdadeiro motivo não é esse, mas sim a concentração do poder que o domínio das tecnologias avançadas confere ao seu detentor.

Neste contexto, o livro descreve as ações da BTC (Bureau for Technology Control), uma agência americana cujo objetivo é o de esconder da sociedade em geral, e controlar o desenvolvimento, de tecnologias avançadas, bem como raptar e aprisionar cientistas e engenheiros cujas descobertas coloquem em risco tal objetivo. Há aqueles que escolhem colaborar com a BTC e há aqueles que não se resignam a colaborar. A forma como a BTC lida com uns e outros é o tema central deste livro, que nos conduz ao longo da vida de um cientista, Jon Grady, que tendo efetuado uma descoberta científica promissora (o “espelho gravítico”), se vê subitamente nas garras da BTC, e decide não colaborar com a agência, mantendo para si o segredo do seu projeto científico. As consequências desta decisão vão sendo reveladas à medida que a narrativa progride, e os contornos das ações desenvolvidas pela BTC vão sendo desvendadas.

Gostei muito deste livro, na medida em que permite apreciar e refletir sobre o desenvolvimento tecnológico, sendo exploradas tecnologias tão diversas quanto a fusão nuclear como forma alternativa de energia, inteligência artificiais distribuídas com capacidades omniscientes e dotadas de sentimentos e emoções e seres humanos concebidos para serem geneticamente superiores. Essencialmente, todos os desenvolvimentos tecnológica abordados neste livro possuem uma forte componente especulativa assente, em larga medida, em tecnologia plausível. Por outro lado, concentra-se em construir a ação em torno de uma série de invenções tecnológicas revolucionárias com o potencial de fazer a sociedade dar um salto significativo em direção ao futuro. Por isso, estas tecnologias não surgem como meros adereços mas são fulcrais à trama, sendo a partir delas que a narrativa avança e se desenvolve.

O capítulo inicial é um pouco técnico, na medida em que descreve com algum pormenor a referida tecnologia do espelho gravítico. No entanto, a partir do 2º capítulo a narrativa decorre com bastante fluidez e consegue ser lida com muita facilidade, bastando para tal possuir conhecimentos mínimos ao nível do Inglês Técnico. Para além disso, o livro progride a partir de uma parte inicial em que as várias tecnologias vão sendo desvendadas para uma segunda parte em que a ação se centra no que sucede a Jon Grady e a forma como o protagonista vai lidando com as dificuldades que se deparam a qualquer pessoa que se vê confrontada com tecnologias que nunca imaginou serem possíveis.

Em suma, este livro pode ser considerado como o equivalente literário a uma viagem ao futuro próximo que pode muito bem já ser o presente oculto. Aconselho a todos aqueles que se deleitam com ficção científica que permite refletir sobre os impactes que os avanços tecnológicos podem ter na vida das pessoas.

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Review: O Labirinto de Osíris

O Labirinto de Osíris
O Labirinto de Osíris by Paul Sussman
My rating: 5 of 5 stars

Está aqui um thriller muito interessante e absorvente para quem gosta de histórias de crime e subsequente investigação policial. Neste livro, o autor desenvolve, numa narrativa bem construída e estruturada, a investigação de dois crimes aparentemente sem relação ocorridos respetivamente em Jerusalém e Luxor, no Deserto Oriental Egípcio. À medida que as investigações são desenvolvidas separadamente por cada um dos detetives, Ben-Roi e Khalifa, o autor vai desenvolvendo a narrativa, alternando entre as duas perspetivas, à medida que os pormenores vão sendo revelados. O autor explora bem a densidade psicológica dos personagens e consegue integrá-los de uma forma fluída na ação, sem prejudicar o interesse pela história principal. O autor inclui termos escritos nos idiomas originais (Egípcio e Hebraico), sendo muito útil a consulta do glossário para aprender aspetos interessantes de ambas as culturas. Para além disso, permite-nos igualmente compreender melhor a geografia de Israel e Egipto, sobretudo no que diz respeito aos locais onde a ação se desenvolve.

Para além de bem escrito, o livro contém muitas referências culturais e humanas que enriquecem a história e permitem aprender algo mais sobre estas culturas ao mesmo tempo que entretém o leitor com a trama. É também uma história sobre a amizade que ultrapassa barreiras culturais e religiosas e um relato da vida de dois homens, com os seus anseios e angústias, pintando um quadro muito vincado e realista sobre as relações humanas. Gostei e recomendo.

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Review: O Labirinto de Osíris

O Labirinto de Osíris
O Labirinto de Osíris by Paul Sussman
My rating: 5 of 5 stars

Está aqui um thriller muito interessante e absorvente para quem gosta de histórias de crime e subsequente investigação policial. Neste livro, o autor desenvolve, numa narrativa bem construída e estruturada, a investigação de dois crimes aparentemente sem relação ocorridos respetivamente em Jerusalém e no Deserto Oriental Egípcio. À medida que as investigações são desenvolvidas separadamente por cada um dos detetives, o autor vai desenvolvendo a narrativa, alternando entre as duas perspetivas, à medida que os pormenores vão sendo revelados. O autor explora bem a densidade psicológica dos personagens e consegue integrá-los de uma forma fluída na ação, sem prejudicar o interesse pela história principal. O autor inclui termos escritos nos idiomas originais (Egípcio e Hebraico), sendo muito útil a consulta do glossário para aprender aspetos interessantes de ambas as culturas. Para além disso, permite-nos igualmente compreender melhor a geografia de Israel e Egipto, sobretudo no que diz respeito aos locais onde a ação se desenvolve.

Para além de bem escrito, o livro contém muitas referências culturais e humanas que enriquecem a história e permitem aprender algo mais sobre estas culturas ao mesmo tempo que entretém o leitor com a trama. Gostei e recomendo.

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Review: Darwinia: Um Romance sobre um Século XX muito diferente

Darwinia: Um Romance sobre um Século XX muito diferente
Darwinia: Um Romance sobre um Século XX muito diferente by Robert Charles Wilson
My rating: 1 of 5 stars

Este livro deixou-me perplexo. Aliás, mais do que isso – estupefacto!

Sendo a Ficção Científica o meu género literário favorito, e sendo ainda raras as boas traduções de grande obras de FC para a Língua Portuguesa, foi com alguma expectativa que abordei a leitura deste Darwinia de Robert Charles Wilson (RCW), tanto mais que se trata de um livro da coleção Bang da SdE, que nos habituou já a traduções muito precisas e bem conseguidas, acompanhadas por boas edições sem gralhas. Infelizmente, este livro desiludiu-me a todos os níveis.

De uma forma geral, este livro é muito, mas mesmo muito, aborrecido. Mais do que isso, é maçador. Para cada ideia, o autor utiliza um número tão excessivo de adjetivos que quando acabamos de ler uma frase já não nos lembramos como é que ela começou, e muito menos a que é que se referia, seja pessoa, lugar ou objeto. Após as 80 páginas iniciais, ficou claro para mim que o autor privilegiou nesta obra a verborreia literária em lugar de brindar o leitor com frases mais simples, cativantes ou entusiasmantes. Há formas mais diretas e não menos literárias de escrever prosa que não entediam tanto o leitor e cativam mais o interesse por prosseguir a leitura.

Em segundo lugar, a ideia principal é tão original que o autor necessita de introduzir um interlúdio perfeitamente disparatado e desenquadrado a meio do livro para tentar dar alguma explicação a um leitor que se encontra literalmente perdido no meio de descrições pseudoliterárias e cenas de ação tão confusas que é preciso ler mais do que uma vez para tentar compreender, da segunda vez ignorando os desnecessários, coloridos, abundantes, recheados, enegrecidos e (Ainda se lembra a que é que eu me estava a referir no início desta frase? Precisamente! Agora imagine que o livro é todo assim… mas para pior!)

Tendo já lido outra obra deste mesmo autor, “Spin”, vencedor do Hugo Award de 2006, encontrei uma enorme semelhança na forma como ambas as obras se iniciam. De facto, em qualquer dos casos, RCW recorreu a um evento anormal/enigmático/catastrófico que foi utilizado para introduzir a ideia principal em torno da qual se constrói a estrutura do livro. Em ambos os casos, ocorreu um evento que modificou o nosso planeta, foi presenciado por um adolescente que mais tarde irá ter um papel preponderante na resolução do enigma inicial. No final, fica-se com a ideia que a peocupação do autor nõ é respeitar o interesse do leitor, e eu não gosto deste tipo de estórias.

Finalmente, apesar de a capa indicar “Vencedor do prestigiado Philip K. Dick Award”, refere-se ao prémio que RCW venceu em 1994 com a obra “Mysterium” e não com este livro especificamente. Para além disso, este livro, “Darwinia”, apenas esteve na lista de nomeações para o Hugo Award de 1999, que foi atribuído, nesse ano, a Connie Willis.

Resumindo, a minha opinião é que pegar neste livro é uma grande perda de tempo. Para mim foi. Não aconselho a ninguém, e tão cedo não irei dedicar a minha preciosa atenção a livros escritos por este autor.

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Review: O Inferno Nos Açores

O Inferno Nos Açores
O Inferno Nos Açores by Clive Cussler
My rating: 5 of 5 stars

Um dos melhores livros de Clive Cussler que li. Repleto de cenas de ação e de exploração submarina de cortar a respiração. Parte da história decorre em Vila do Porto na ilha de Santa Maria do grupo oriental do arquipélago dos Açores e faz referência a locais e gastronomia típica dos Açores. Ótima leitura para início de férias.

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Infographic: It’s an apps world

“It’s an apps world, the web just lives in it, that’s according to the infographic, which charts the history of some of the most popular apps in the world.”

Source: www.amriss.com

As apps mais populares para os 3 grandes sistemas operativos mobile: uma representação gráfica muito interessante da respetiva evolução. vale a pena analisar!

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Review: Puros

Puros
Puros by Julianna Baggott
My rating: 3 of 5 stars

Lê-se! A história não me impressionou por aí além. A narrativa, apesar de original, recorre a tecnologias conhecidas, mas descreve-as de uma forma confusa, o que confunde a progressão da própria história. na minha opinião, também falta algo aos personagens. De uma forma geral, é um livro que se consegue ler até ao fim com mínimo de interesse.

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Curation as a tool for teaching and learning

What is curation anyway, and how can it be used as a tool for student and teacher learning? This essay will investigate what curation is and the different contexts it is used in. Why is it important; who are the curators, what motivates them and what makes a great curator? What processes and tools are used for curation and what digital literacies are required for successful curation? It will conclude with an investigation into ways teachers can use curation both with and for their students and as a tool for their own professional learning and a brief look at some curation tools.

Source: storify.com

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Review: Maze Runner – Correr ou Morrer

Maze Runner - Correr ou Morrer
Maze Runner – Correr ou Morrer by James Dashner
My rating: 4 of 5 stars

Este livro, o 1º volume de uma trilogia, narra a história de Thomas, um jovem que acorda num elevador que o deixa no centro de um labirinto e de uma sociedade juvenil, com uma organização e vocabulário estranhos, e sem qualquer memória de curto prazo da sua vida até àquele momento. Neste 1º volume, à medida que a narrativa se desenvolve, o autor vai desvendando os pormenores da história, à medida que o personagem principal os vai descobrindo ou recordando.

Da escrita do autor, gostei, em particular, de dois aspetos, apesar de considerar que o tema central do livro está descrito de uma forma muito básica. Em primeiro lugar, gostei de ir descobrindo os pormenores da história à medida que o personagem os vai desvendando, sem recurso a flashbacks ou outros artifícios para introduzir nova informação na narrativa. Em segundo lugar, todas as cenas em todos os capítulos descrevem eventos, acontecimentos, isto é, são todas cenas de ação, o que a transformam numa experiência mental quase cinematográfica. Os próprios diálogos desenrolam-se no contexto de eventos, sem recurso a descrições ou a pausas na ação. Por isso, a leitura torna-se extremamente atraente para o leitor porque está sempre a acontecer qualquer coisa.

Existem vários capítulos deste livro em que a história me fez evocar outras obras literárias e cinematográficas, tais como “O Silo” de Hugh Howey, a série de TV “Lost” e o filme Português RPG, porque mistura elementos que também foram explorados nestes contextos.

Aconselho a todos os leitores que gostam de livros de aventura e ação que se desenrola no contexto de uma distopia futurista.

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